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Por que Jesus não se livrou da cruz? Por Miguel Brambilla

Pôncio Pilatos, governador da Judeia perguntou para Jesus.
“Como pode um rei não ter exércitos?”.

A resposta do mestre é conhecida.
“Meu Reino Não É Deste Mundo”.

E deixou-se levar pela violência romana, pela maldade do povo, pela traição dos seus.
Clamou ao Pai Criador misericórdia:
“Pai, perdoai-os, pois não sabem o que fazem”.

O espírita, depois de quase duzentos anos da Codificação deveria saber em si o que isso quer dizer.
É o complemento da não violência.

“Não Matarás” diz o Quinto Mandamento Sagrado de Moisés, que Jesus ratificou.

Nada, absolutamente nada justifica a morte de outra criatura humana por outra criatura humana.
A vida pertence à Deus.

Se Jesus que era o “médium de Deus”, permitiu a permanência do Império Romano, que era sanguinário, violento, injusto e cruel, quem é o governante da atualidade autorizado a matar em nome de algum tipo de purificação cultural, religiosa, filosófica ou qualquer outra que esteja autorizado a fazer?

O Mestre Jesus é o objetivo a ser atingido no seu comportamento de NÃO VIOLÊNCIA.

Sabem ou deveriam saber os espíritas ao menos, que qualquer pena de morte imposta para um homem, mulher, criança, quem quer que seja, é apenas ilusão de morte e enviar para o plano espiritual, precocemente e normalmente profundamente revoltados, quem deveria estar neste plano reencarnado, que é o que Deus faz constantemente, oportuniza o progresso.

Não existe paz na violência que busca a paz.

“Ai daquele por quem o escândalo vier”, disse Jesus.

É preciso resgatar as dívidas cármicas, os débitos nas Leis de Causa e Efeito, progredir.

Estreita e primitiva ainda é a visão do espírita que espera um salvador da humanidade, na figura de quem quer que seja.

Se o espiritismo se manifesta claramente na questão 760 o Livro dos Espíritos, como podem ainda qualquer pessoa que se digne a arvorar-se conhecedor da Doutrina, avalizar a guerra e a morte imposta por uma nação a outra, independente das questões envolvidas?

Quem comanda os destinos do Planeta Terra é Deus.
Jesus governa.

Foi por isso que Jesus não derrubou com um sopro de violência o império vigente na época e não o fará agora novamente.

Por que a vida é infinita, as almas são imortais e precisam ocupar lugar no tempo e no espaço para evoluir.

Mesmo que todas sejam arrancadas a força de seus corpos e julgadas por um juízo injusto e lançadas no plano espiritual, logo ali adiante, nas reencarnações, tudo estaria reorganizado no mesmo nível de violência ou pior, neste ou noutro planeta.

Só “o amor cobre a multidão de pecados”.

O que está acontecendo porém, é que boa parte da humanidade se entrega novamente aos instintos egoístas da guerra ao invés de aprender a amar.

“Amar à Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Esta é uma questão essencial dentro da cultura espírita que se manifesta também na sociedade.

O partido do mestre Jesus era só um, o amor.

No que se tratava das questões materialistas, dizia, compreendendo a mesquinhez das disputas tolas de poder e riquezas temporais dos néscios irmãos em progresso lento:

“Dai a César o que é de César”.

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