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Os “novos romanos” atacam mais uma vez

A geopolítica mundial é um lixo. Ditaduras hipócritas, disfarçadas de democracia, democracias corruptas, radicalismos políticos, filosóficos, religiosos. A razão da civilização é tão fugaz quanto uma postagem na rede social. No segundo de uma bolha, desaparecem esforços conscientes de construção válida, equilibrada e justa de uma sociedade melhor. Parece negativismo dizer que no grau de atual racionalismo materialista humano, o mundo não tem saída pacífica.

O cabo de guerra dos poderosos, as riquezas bélicas dos orgulhosos, as megalomanias capitalistas, socialistas, niilistas, religiosas, geram a cada segundo medo, desesperança, terror as populações.

E os impérios se reorganizam nas ilusões de santidade e de imortalidade. Os norte-americanos são os “novos romanos”, com ações intervencionistas e expansionistas, que não se sustentarão por longo período, apesar da soberba destas lideranças.

Trazer esperança de paz para este cenário mundial de forças físicas desequilibradas e opiniões insanas é praticamente impossível. A crise de autoridade atinge a educação e a motivação de jovens e trabalhadores. Idosos não acreditam em conceitos de felicidade. A tecnologia desvenda o espaço e a consciência se apequena na banalização da morte, do autoritarismo, da opressão.

Não fossem os americanos os “novos romanos”, do momento, seriam os Chineses, os Russos. Sempre aconteceram surtos imperialistas no mundo que vão e vem com muita dor e tristezas. O mundo só não acaba pela necessidade de autopreservação destes reinos temporários e assim algo sempre se aprende.

A política intervencionista dos “novos romanos”, vai esbarrar em algum momento no cansaço interior em sustentar os braços incandescentes das máquinas de guerra. A paz política na Terra não existe e a guerra comercial não ajuda na esperança dos tempos modernos. Inevitavelmente, chegará o tempo em que a consciência humana terá que se encontrar consigo mesma na aceitação de uma origem maior do que o próprio materialismo.

Afora isso, a Terra vive num labirinto sem saída, que nem mesmo o enigma da morte consegue ainda, como nos tempos primitivos de Alexandre O Grande, conter a sanha psicopata de reis, governantes e grupos sociais que seguem sonhando em reinar sobre escravidão e crueldade.

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