Doar sangue: uma atitude que pode salvar vidas

Segundo estudo realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, apenas 1,8% dos brasileiros doou sangue, enquanto o ideal seria entre 3% e 5%. Esse número se dá, principalmente, pelo receio que as pessoas têm de realizar o ato. “A doação de sangue não trará prejuízo algum ao doador, pois seu organismo se responsabilizará em produzir novamente a quantidade necessária, além de ser indolor”, explica a professora da área da saúde do Senac Caxias do Sul, Andressa Marques.

 

A docente destaca que medo de agulha, dificuldade em ver sangue e eventuais reações são alguns dos motivos que contribuem para o baixo número de doadores. Andressa aponta que uma mudança nas campanhas pode melhorar essa realidade. “Acredito que temos que continuar com as campanhas de incentivo, pois hoje não vejo outra alternativa. Porém, acho que elas devam ser remodeladas, realizadas de uma forma que toque as pessoas”, indica. “Ser doador é de suma importância, é dar a oportunidade de vida para outra pessoa”, enfatiza.

 

Quer ser doador de sangue? A professora do Senac Caxias destaca as condições para realizar o ato:

 

• Estar em boas condições de saúde; • Apresentar documento oficial de identidade com foto;
• Ter idade entre 16 e 69 anos, sendo que os candidatos a doadores com menos de 18 anos deverão estar acompanhados pelos pais ou por responsável legal; • Pesar no mínimo 50kg com desconto de vestimentas;
• Não estar em jejum e evitar alimentação gordurosa;
• Ter dormido pelo menos 6 horas antes da doação;
• Não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação;
• Não fumar pelo menos duas horas antes da doação.

“Ao decidir ser doador, periódico ou eventualmente, decidimos salvar vidas. Doar é um ato de amor. Salvar uma vida é salvar a si mesmo, é olhar além sem esperar nada em troca, é misturar o sangue em busca do bem”, finaliza.

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