Política: A “guerra” de Guerra – por Miguel Brambilla

Sem título-1O amadurecimento político de um país, começa em casa, na rua, bairro, cidade e por aí vai. Vamos falar em termos de cidade. O momento atípico que estamos vivendo exige seriedade de todos na questão da administração do município. Infelizmente porém para o povo, que apostou em Daniel Guerra (PRB), atual prefeito, os blocos de oposição na Câmara de Vereadores, e nas redes sociais, estão torcendo para tudo dar errado. Nem se fale nas “estrepolias” do vice sob liminar, fato inédito, Ricardo Fabris de Abreu. Não é palhaçada, é sério, muito sério.

As intenções políticas dos espertos continuam as mesmas aliás. Buscar o poder para o seu grupo e não pensar em termos de coletividade. A “guerra” do prefeito Daniel Guerra, é exatamente esta, pacificar discursos e ações políticas nefastas e tendenciosas, totalmente antidemocráticas, desenvolver as politicas do seu plano de governo, romper os privilégios e monopólios prometidos por ele em campanha e encontrar colaboração.

Por enquanto, a popularidade de Guerra nas periferias está em alta. Se não desbancar para o populismo, arremedo de ditadura, fará  história o novo prefeito. O voto em seu favor foi de protesto. O mar de dinossauros e “mamadores” desempregados que torce para dar errado, segue procurando e talvez até criando “factoides”, como jogador argentino catimbeiro, para sabotar a administração. O povo para estas pessoas é um detalhe, não é o suficiente para reprimir o comportamento sórdido.

Para pacificar seu governo, Daniel Guerra terá que conversar, não precisa ceder, mas sim negociar. Se souber continuar usando o povo em seu favor, denunciando de forma clara as maracutaias que se criam ao seu redor como hienas em torno da carniça, por que políticos sabem que mandatos passam e nem sempre terminam, o atual prefeito vai vencer e a política local vai avançar.

Enquanto isso, a estranha teoria da conspiração segue valendo. Cada um puxando a brasa da “liberdade de expressão” para o seu assado. Inclusive a imprensa que inevitavelmente também politizada, quer o mesmo que os políticos. Poder, dinheiro, popularidade.

Compromisso social? Talvez. Vista a carapuça quem se achar indentificado. Sorte para Guerra, paz para Caxias. 

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