Mercedes-Benz mostra supercarros em Paris e promete força no Brasil

amg-gt-r-1475621792988_615x300A Mercedes-Benz usou o Salão de Paris 2016 como prova de força: todas as novidades podem ser classificadas com o prefixo “super”, sejam elétricas ou esportivas. De quebra, a filial brasileira promete final de ano agitado com a chegada de modelos de peso, como a nova geração do “super-executivo” Classe E.

Enquanto o estande na França mostra a perua Classe E Estate,  o Brasil receberá pouco antes do Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece em novembro, o sedã da nova geração do Classe E. Apresentado em Detroit, o modelo é chamado pela Mercedes de o carro mais inteligente do mundo.

Luxuosa e confortável, a décima geração do E é confortável, luxuosa e muito tecnológica: tem inédito sistema de interação com o condutor, usando voz (o carro pode verbalizar a resposta aos comandos do dono) e gestos, e ainda a capacidade de movimentar de modo semi-autônomo.

Além do Classe E, chega também o GLC Coupé 43, revisto pela divisão AMG, com o mesmo motor V6 3.0 biturbo de 367 cv e transmissão automática de nove marchas do cupê C 43 AMG. O desembarque está programado para o fim deste ano.

Já as duas mais recentes versões do superesportivo AMG GT R (V8 4.0 biturbo de 585 cv) e AMG GT C Roadster (conversível com mesmo propulsor, porém preparado para atingir 557 cv) devem começar a ser importadas no primeiro semestre de 2017.

Resta saber quanto disso tudo estará disponível no Brasil e a que preço — os mais recentes lançamentos da marca orbitam em torno dos R$ 500 mil, esbarrando no milhão, no caso do AMG convencional.

 

Mercedes-Maybach 6: 6 metros de comprimento para apenas duas pessoas

 

Novo tempo para Mercedes

“Super-inovador” é o conceito Generation EQ. Movido 100% a eletricidade e com opção de condução sem nenhum tipo de interferência humana, o protótipo servirá de base para a futura divisão ele´trica da Mercedes — haverá um utilitário pequeno como o GLA até um Classe E conversível, todos elétricos.

O porte do conceito é de um SUV compacto. A sigla “EQ” faz um trocadilho com o termo inglês para QI (quociente de inteligente), significando algo como inteligência elétrica. Com interface holográfica na cabine, o Generation EQ gera 402 cv de potência e 71,3 kgfm de torque, fazendo o 0-100 km/h em menos de cinco segundos.

Curiosamente, a escolha de cores desse primeiro modelo (com prata, azul e preto na carroceria e grade), coincidência ou não, remete à série BMW i, a divisão de elétricos da arquirrival. De acordo com a montadora, o Generation EQ já se encontra em versão próxima à de produção.

Outra presença inusitada é a do estudo de “super-limusine” Vision Mercedes-Maybach 6, cupê de quase seis metros de comprimento, mas que tem espaço para apenas duas pessoas. Motores elétricos nas quatro rodas totalizam 750 cv.

 

Novo Classe E desembarca antes do Salão de SP

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