Banda Maragá faz pré-lançamento do EP, no Zero 54, neste sábado ( + DJ’s sandra Rosa e JMNI)

ARTE_MOZART CEOLINNo próximo sábado (12), às 23h, a banda Maragá, a DJ Sandra Rosa e o convidado especial, DJ JMNI, invadem o palco do ZERO 54, com a proposta de fazer um baile brasileiro e democrático super dançante que invadirá madrugada afora.
No repertório da Maragá, músicas autorais com referências que vão do extremo sul do Brasil ao Norte, passando e festejando alegremente com o xote e o Baião. Além de, também, trazerem ao público clássicos da música nacional dentro de um vasto referencial.
A DJ Sandra Rosa bota a galera pra suar na pista com ritmos oriundos das África-mãe, sua referência ancestral, em conjunção com que se produz América-Latina adentro, onde semba, kuduro, dub, hip-hop, funk, cumbia, coco, ciriá, carimbó e tantos outros se misturam em playlists dançantes. Já o convidado especial do baile, DJ JMNI (representante do acervo de vinil Brazil In Sound), traz todo seu conhecimento do que já foi feito de melhor na música brasileira, desde a Bossa Nova, passando pela Tropicália e flertando com a nova MPB
Sobre a Maragá: 
       Entrelaçar costumes e ritmos, absorver, transmutar e integrar o que de mais Brasil existe em todo este país continental é a proposta da banda Maragá e a isso dedica cada acorde e letra de suas músicas. A banda é formada por Pippo Pezzini (violão, guitarra e voz), Matheus Schumacher (baixo e voz), Bruno Ortiz (bateria e voz), Diego Viecelli (acordeon) e Marielle Costa (percussão) segue frente à revolução, neste caso na busca pela democratização da arte.
          Com canções autorais, sem deixar de contemplar versões muito pessoais de músicas consagradas, a música da Maragá, ora soa com nítida influência nordestina, ora vem aos pampas buscar a identidade gaúcha nata dos componentes da banda. Certamente o mosaico à brasileira é a principal característica deles, onde há espaço para samba, a bossa e a MPB, transitando sob um clima tropical até aproximar-se geograficamente da melancolia de uma milonga, contrastando ou não com temática poética das composições.
        A Maragá, nomeada assim em reverência aos rebeldes da Revolução Federalista – os maragatos – nasceu, no início de 2015, a partir do projeto Ar-te Livre, que leva arte às ruas e aos espaços públicos de Caxias do Sul e tangências.
Sobre o novo EP: Estandarte 
 
       Atualmente a banda conta com 15 composições próprias e se organiza para lançar seu primeiro EP, intitulado Estandarte. O EP contará com cinco canções autorais e chegará ao público em início de Abril.
Durante a gravação do EP, a Maragá iniciou o trabalho de produção e direção artística com Pepe Pessoa. O estudo da identidade da banda foi essencial na construção da capa do EP, do figurino, do cenário e até mesmo do repertório.
A Maragá é mambembe e circula em todos os espaços, da rua à ribalta, apostando na diversidade musical brasileira. Através deste conceito, o figurino remete à lona, cores sujas, militares (Por derivar dos Maragatos), misturando os elementos do Norte com o Sul, tendo como inspiração: Cangaceiros, Virgulino, Maragatos, Boiadeiros. O figurino é assinado por Helen Minuzzi, que chefia a marca ‘’Mangue’’.
A cenografia é assinada por Helen e Pepe. O cenário foi criado para ser prático e simples, porém de encher os olhos com a riqueza de cores e acessórios. Além do tapete de lona que demarca o território da Maragá, foi confeccionado um Estandarte, que faz jus ao nome do EP, como se fosse uma bandeira que a tropa finca em cada lugar que pousa. O estandarte é interativo, ou seja, aberto para quem quiser deixar mensagens e pendurar artefatos.
Serviço: 
O quê: Bailinho da Maragá + Dj Sandra Rosa + DJ JMNI
Quando: Sábado (12 de março)
Horário: 23h
Ingresso: 15 até 21h – 20 após
Zero 54 – Rua Augusto Pestana, 154, Estação Férrea, Centro – Caxias do Sul

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