Baile do Pestana: união de blocos de rua, 2 bandas, 4 DJ’s em 3 dias, no Zero 54

banda lá de casa _ ohana ribeiroAugusto Pestana, o mártir republicando mineiro radicado no Rio Grande do Sul, também cai na folia, dando nome ao baile de carnaval do Zero 54. Durante 03 dias – sexta (05), sábado (06) e domingo (07), o público irá contar uma vastidão sem fim de sons e risos no Baile do Pestana.

 

Carnaval para ser bom tem que ser compartilhado, pensando nisso o Zero 54 se aliou com os dois blocos de rua mais conhecidos de Caxias do Sul: o tradicional Bloco da Velha, organizado pelo pessoal da Livraria Arco da Velha e o inusitado Bloco da Ovelha, engendração da gurizada da Associação Cultural Paralela.

 

O ingresso para o baile será R$10, mas qualquer folião que estiver vestido com o abadá do bloco do dia (no caso, Bloco da Ovelha dia 06 e Bloco da velha dia 07) têm entrada gratuita.

 

De marchinhas a sambão, de eletrônica a baião, tudo tem.

 

Para o Baile do Pestana a escolha das bandas e dj’s teve um critério: alegria, muita alegria. Desta forma o line-up conta com a banda Maragá, que fará show especial com marchinhas e sambas, além de músicas próprias. A Banda Lá de Casa também se faz presente e trás todos os ritmos atemporais super brasileiros que amamos. Além disso, o line up ainda conta com os set’s super selecionados dos DJ’s Muzak, Mono, C3Tolas e Sandra Rosa.

 

Em miúdos, o Baile do Pestana vai ser assim:

 

>> Sexta (05), a partir das 22h  >> A Banda Lá de Casa e DJ Mono.

>> Sábado (06), a partir das 22h >> Encerramento do Bloco da Ovelha 2016 com + Banda Maragá e >> DJ’s Sandra Rosa e Muzak.

Domingo (07), a partir das 21h30 >> Encerramento do Bloco da Velha 2016 DJ’s C3tolas e Mono e Sandra Rosa.

 

Sobre as bandas:

 

>> MARAGÁ >>

 

Entrelaçar costumes e ritmos, absorver, transmutar e integrar o que de mais Brasil existe em todo este país continental é a proposta da banda Maragá e a isso dedica cada acorde e letra de suas músicas. A banda é formada por Pippo Pezzini (violão, guitarra e voz), Matheus Schumacher (baixo e voz), Bruno Ortiz (bateria e voz), Diego Viecelli (acordeon) e Marielle Costa (percussão) segue frente à revolução, neste caso na busca pela democratização da arte.

 

Com canções autorais, sem deixar de contemplar versões muito pessoais de músicas consagradas, a música da Maragá, ora soa com nítida influência nordestina, ora vem aos pampas buscar a identidade gaúcha nata dos componentes da banda. Certamente o mosaico à brasileira é a principal característica deles, onde há espaço para samba, a bossa e a MPB, transitando sob um clima tropical até aproximar-se geograficamente da melancolia de uma milonga, contrastando ou não com temática poética das composições.

 

PRIMEIRO EP: Atualmente a banda conta com 15 composições próprias e se organiza para lançar seu primeiro EP, intitulado Estandarte. O EP contará com cinco canções autorais.

 

A Maragá, nomeada assim em reverência aos rebeldes da Revolução Federalista – os maragatos – nasceu, no início de 2015, a partir do projeto Ar-te Livre, que leva arte às ruas e aos espaços públicos de Caxias do Sul e tangências.

 

 

>> BANDA LÁ DE CASA >> 

 

Para entender a Banda Lá de Casa, a poesia lhe cai bem.

“Entra, pega um café e não repara a bagunça.

Você já é de casa, logo acostuma.

Prova esse samba com pegada blues

Tem choro com guitarra de jazz

E já tá saindo um groove do manguebeat,

Acompanhado com voz de segredo ao pé do ouvido

Puxa a cadeira mais pra cá

Vem ouvir esse solo de guitarra no samba de roda

É diferente, mas o Brasil é mesmo essa mistura toda doida, né?’

 

A mistura é linda, suprema, eleva os espíritos e nesta salada musical aqui, quem faz é Mateus Bicca Sabbi (bateria), Lucas Chini (baixo), Ezequiel Duarte (guitarra) e Nina Fioreze (voz).

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