Combate à dengue: deveres compartilhados – por Miguel Brambilla

Foto: Miguel Brambilla

Foto: Miguel Brambilla

Recebemos na manhã desta quarta-feira, a visita de uma agente de saúde do município de Caxias do Sul, acompanhada de um militar do exército brasileiro, para instruir, esclarecer e fazer uma vistoria no pátio com relação a questão da Dengue. Achei muito importante a visita e a colaboração do exército. O cidadão de estar bem disposto em fazer o seu papel na disseminação do conhecimento e na transformação da cultura social pública nas questões de saneamento básico. Importante também é a presença do exército que deveria estar mais presente em outras questões da sociedade brasileira, sem desvio de foco e função que é claro a defesa externa do país.

Sendo que o alistamento é obrigatório, os exercícios e a preparação deveriam ir além da ociosidade, já que o Brasil é um país considerado pacífico em conflitos internacionais, porém vivemos em clima de guerra civil, com o narcotráfico, corrupção, violência em geral e o ressurgimento de doenças tropicais que já deveriam estar extintas há muito tempo.

Colaborar portanto é dever do cidadão. Atender e cumprir as orientações dos agentes e oferecer o máximo de informações para o combate à dengue e ao mosquito transmissor neste caso, é um dever compartilhado entre população, organismos de saúde pública e neste caso com a positiva presença do exército brasileiro.

Ações assim sempre serão bem vindas e outras devem ser programadas.

Considerando-se as questões de saneamento básico ainda precária em muitas cidades brasileiras, e em alguns lugares ainda em Caxias do Sul apesar das sensíveis diferenças, todos precisam trabalhar em benefício da coletividade para que o bem estar público se torne uma realidade e não seja ainda uma utopia, onde cada um em sua maioria pensa somente em si e não nos deveres coletivos de cidadania e respeito ao próximo.

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