SIMECS divulga os agraciados no troféu Mérito Metalúrgico Gigia Bandera 2019

Mérito Metalúrgico 2019 – o Troféu

O “Mérito Metalúrgico Gigia Bandera”, instituído pelo SIMECS, Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul, em 17 de agosto de 1987, tem por objetivo homenagear personalidades empresariais que tenham se destacado pelo seu desempenho ético, moral e profissional, evidenciado pela conduta empreendora e pelas atividades desenvolvidas em seus segmentos.

O Troféu Gigia Bandera, por sua vez, foi instituído pelo SIMECS em novembro de 2005 e faz uma justa homenagem à Luigia Carolina Zanrosso Eberle – Gigia Bandera. A obra apresenta traços firmes e fortes, traduz a altivez, a experiência e o empreendedorismo da pioneira da indústria metalúrgica de Caxias do Sul e região.

Gigia Bandera – a história

Natural de Monte Magré, Província de Vicenza, Itália, Gigia Bandera nasceu em dois de junho de 1854. Em 1878 casou-se com Giuseppe Giacomo Eberle, com quem teve 10 filhos.

Em 1884 chegou ao Brasil, instalando-se com a família em Caxias do Sul. Em 1886, o marido Giuseppe, então agricultor, comprou de Francisco Rossi uma funilaria na Rua Sinimbu. Com o tempo, decidiu dedicar-se somente às atividades agrícolas, cabendo a Gigia Bandera o aprendizado na pequena indústria. Luigia atendia ao balcão, trabalhava na oficina como funileira, fabricando e consertando peças para depois vendê-las e cuidava dos filhos.

Como pioneira do seu tempo, a microempresária é reconhecida como uma mulher empreendedora, que impulsionou, desde a sua época, o desenvolvimento industrial regional.

FRANCISCO SANTOS

Francisco Santos Foto: Marketing Marelli

O empresário Francisco Santos é o quinto de sete irmãos. Nasceu no dia 8 de janeiro de 1962, no interior de São Francisco de Paula, filho de professor rural e de mãe doméstica. Viveu até os sete anos no campo. O avô materno Francisco Ballardin era dono de serraria (madeireiro) e Francisco, quando criança, tinha fascínio pela forma como as toras de madeira eram processadas. Foi ali que começou a alimentar o sonho empreendedor. Sempre gostou muito do trabalho. O pai José Lourenço Santos e a mãe Cirley Ballardin Santos elogiavam o filho por ser trabalhador e responsável, e assim cada vez ele buscava fazer melhor para corresponder às expectativas.

Aos sete anos de idade veio morar em Caxias do Sul com a família, pois os irmãos mais velhos já começavam a frequentar o ginásio. O pai costumava dizer que não tinha dinheiro para deixar para os filhos, mas deixaria o conhecimento. Tanto que todos os sete filhos cursaram universidade, trabalhavam de dia e estudavam à noite.

Francisco sempre gostou muito de estudar, tinha paixão por leitura e matemática e via o pai professor envolvido em preparar aulas, preparar e corrigir provas e reparava na sua dedicação em fazer isso sempre um pouco melhor que a última vez. Isso despertou nele o interesse em estudar para ser “alguém na vida”. Fez curso técnico de Torneiro Mecânico no SENAI e um ano de especialização em fresas. Graduou-se em Contabilidade (1989) e em Administração de Empresas (1995), ambos pela UCS, além de cursar mais de uma centena de cursos de curta duração e concluir pós-graduação em Gestão Estratégica de Negócios pela Ftec (2012).

Serviu o Exército Brasileiro no 3º GAAAe por 3 meses e 29 dias, quando precisou sair para casar e sustentar a família com a chegada do filho Francis Borelli dos Santos (hoje com 38 anos). Ficou casado por quase 30 anos com Neiva Borelli e há cerca de oito anos constituiu nova família com Leila Mazzocchi e as enteadas Amanda e Andressa. Tem entre as paixões a neta Lívia, de um ano e cinco meses, e mais um neto que está a caminho.

Orgulha-se do primeiro emprego com carteira assinada aos 11 anos (naquele tempo jovens podiam trabalhar desde que fossem “fichados” na Comai) no Clube Guarani, onde arrumava as garrafas de boliche. O segundo emprego foi na extinta Metalúrgica Bellini, como aprendiz do Senai, durante dois anos. Em seguida trabalhou por cinco anos na Metalúrgica Abramo Eberle, entrou no Exército, regressou na Eberle e aos 21 anos de idade foi convidado para compor uma sociedade com dois amigos, Rudimar Borelli e Daniel Mazzocchi. Já tinha como objetivo ter o próprio negócio e o convite surgiu quando estava planejando empreender.

Da sociedade dos três amigos nasceu a Marelli, no ano de 1993, em Caxias do Sul. A empresa começou pequena, como a maioria na região. No início, os três sócios executavam todas as atividades, mas logo a empresa começou a crescer e precisou contratar. Em menos de três anos já eram mais de 50 funcionários. No início do negócio, Francisco morava em Fazenda Souza, estudava à noite, casado e com filho pequeno, dormia apenas 5 horas por noite e muitas vezes trabalhava das 6h30min de sexta-feira às 18h do sábado, com intervalo apenas para as refeições. Em 1986, a Marelli pegou fogo e o fato teve um significado relevante. A empresa já tinha a percepção de que as pessoas eram muito importantes, mas naquele momento isso ficou latente porque todos os profissionais permaneceram. “Percebemos que as pessoas não trabalham só por dinheiro, mas por objetivos e sonhos.” O fato foi tão marcante que a Marelli começou a investir nas pessoas e estabeleceu um processo de confiança com a equipe, onde foram eliminados cartão-ponto, controles, chaves, etc. A empresa foi crescendo, se desenvolvendo e o orgulho dos acionistas é que na trajetória de mais de 30 anos a folha de pagamento sempre foi mantida em dia, a empresa nunca teve um título protestado em cartório e o crescimento foi impulsionado com o uso de recursos próprios.

No final da década de 80, a Marelli apostou numa rede de distribuição própria, com treinamento e lojas nas principais cidades do país e em seguida também na América Latina. No ano de 2014, dentro do plano de sucessão, a empresa associou-se ao fundo de investimento NEO, passando por um processo de profissionalização e de implantação de governança corporativa, em que os sócios Daniel Mazzocchi e Rudimar Borelli passaram a integrar o Conselho de Administração e Francisco assumiu como CEO, no ano de 2017. Também no início de 2016, o grupo comprou a Ingecon, em Canoas, que atua no segmento de móveis para o varejo. Hoje, o Grupo Marelli conta com duas plantas fabris, em Caxias do Sul e Canoas, e mais de 500 funcionários. Em julho de 2019, foram unidas as duas metalúrgicas em uma área de 8 mil m², com alta tecnologia e processos desenvolvidos para atender as duas unidades do grupo.

Francisco também é acionista e fundador da Metalli Aços Especiais, com sede em Caxias do Sul, no bairro São José. A empresa foi fundada em abril de 2001 por ele e mais três sócios. Com o passar do tempo, os sócios se retiraram, permanecendo no quadro societário Francisco, Francis e Neiva. Francisco sempre atuou como conselheiro. A gestão executiva da Metalli está sob a responsabilidade do filho Francis.

Atualmente, a empresa conta com uma equipe de 40 profissionais e atende as regiões Sul e Sudeste com aços especiais para indústrias de moldes e matrizes. Tem entre os parceiros estratégicos a empresa alemã Shmiedewerke Gröditz para o fornecimento de aços de alta tecnologia. Com a inovação no DNA, foi a primeira empresa a entregar aços 1045 serrados (até então os aços eram todos oxicortados) e foi também pioneira na prestação de serviços de usinagem com serviço próprio de entrega de blocos esquadrejados e com rosca para os olhais, para movimentação das peças que vão direto nas máquinas. A solução conferiu um grande diferencial à empresa no mercado.

Com máquinas mandriladoras e serras de grande dimensão, a Metalli tem capacidade para entregar blocos com até 25 toneladas com opção de acabamento usinado, atendendo, assim, a necessidade e demanda de cada cliente. Responsável pela comercialização de aproximadamente 4 mil toneladas de aços especiais/ano, a empresa atende os segmentos de ferramentaria, especialmente da área automotiva, moveleira, imobiliária, linha branca e moda. É também a primeira empresa do setor do aço a operar com vendas via e-commerce, o que demonstra a sua capacidade de inovação.

Francisco tem como hobbies a pescaria com grupo de amigos no Pantanal e a criação de gado reprodutor da raça angus na Fazenda Angus da Serra (FAS), em São Francisco de Paula, onde costuma passar os finais de semana, transformando o hobby em negócio.

Ele diz se sentir honrado com o reconhecimento e a homenagem do SIMECS por estar representando o grupo de pessoas que o colocou nessa posição. “Sem a família e o grupo de mais de 500 profissionais que trabalham diretamente no negócio, eu certamente não estaria recebendo essa honraria, porque ninguém faz nada sozinho. O esforço de todas essas pessoas é que resultou neste reconhecimento.”

RAUL ANTÔNIO CARNIEL 

Raul Carniel   Foto: Javier Herrera

Há 68 anos, no dia 31 de julho de 1951 nasceu na localidade de São Vitor de Corona em Caxias do Sul, o hoje empresário Raul Antônio Carniel, filho de Hermindo Natal Carniel e Odilla Maria Slongo Carniel e irmão de Ricardo Carniel e Rudimar Carniel. Do casamento há 43 anos com Edite Smiderle Carniel, tiveram os filhos Sheila 39 anos; Rodrigo 36 anos, Shirley 27 anos.

O pai de Raul era colaborador e chegou à supervisão da empresa Dalla Santa, enquanto a mãe cuidava do lar e era muito dedicada aos filhos. Com muito orgulho Raul afirma que eles foram verdadeiros heróis para garantir o sustento da família. Aos oito anos de idade Raul estudava meio turno no colégio Venzon Eberle e meio turno já trabalhava empalhando garrafões. O pouco salário que ganhava na época era destinado parte a compra de roupas e objetos para a escola e a outra parte era de seus pais como forma de pensão. Aos 12 anos, Raul começou a trabalhar meio turno com seu pai na empresa Dalla Santa. Tempos muito difíceis. Cursando o segundo grau no colégio imigrante e trabalhando meio turno, Raul tinha o sonho de se formar torneiro mecânico pelo SENAI, porém o diretor do Dalla Santa havia outros planos para ele e disse: “quem escolhe sou eu, você fará o curso de ajustador”. E assim o fez. Raul se formou ajustador na escola Nilo Peçanha em 1968.

Após a conclusão do curso no SENAI, Raul trabalhou na empresa por mais oito anos, após trabalhou por mais quatro anos na Metalúrgica Nossa Senhora de Fátima. Neste período, aos 18 anos, Raul fundou com seus amigos o conjunto musical Jetsons 2001, onde era o baixista. A rotina era entre trabalho durante a semana e tocar com a banda nos finais de semana. Nesta mesma época, enquanto trabalhava na Metalúrgica, surgiu à ideia com seus amigos Areovaldo e Élio de fabricar máquinas para correntes, e assim, trabalhando aos poucos durante a noite é que a Fábrica de Máquinas Almeida começou a tomar forma, junto dela uma decisão difícil: o hobby do conjunto ou o sonho de empreender? O sonho falou mais alto. Ele vendeu seu baixo, sua parte do conjunto e aplicou seu dinheiro na empresa. Durante esta época, Raul trabalhava durante o dia na Metalúrgica e comprometia todo seu salário com as prestações de um terreno para a construção de sua casa, onde mora até hoje. Durante a noite o trabalho era em sua pequena empresa com os amigos. Assim, o sustento da casa ficava por conta do salário de costureira de sua esposa Edite.

A empresa deu seus primeiros passos e em 1976 a Máquinas Almeida fabricou suas primeiras cinco máquinas de correntes, junto delas a primeira dificuldade: três das cinco fabricadas foram vendidas a um cliente do Rio de Janeiro que não as pagou. Não desistiram, sofreram, choraram, mas acreditaram no sonho com garra. Hoje, a Fábrica de Máquinas Almeida, conhecida também como MCA, que têm como sócios Raul e Areovaldo Nogueira de Almeida fabrica máquinas de correntes (sendo os únicos fabricantes das Américas), máquinas especiais para diversos segmentos de mercado, malhas de aço para fabricação de luvas em aço inox (que após seis anos de pesquisa são produzidas por máquinas totalmente automatizadas), e hoje como o principal responsável pelo faturamento da empresa a fabricação de peças de precisão e prestação de serviços de usinagem.

Com um parque industrial bastante moderno, tecnologia de ponta e a visão voltada à inovação, a Fábrica de Máquinas Almeida mantem-se sólida e preparada para os novos desafios. Raul segue ativo em suas atividades e divide o tempo entre trabalho e seus hobbies: padel e viagens.

Apaixonado pelo Esporte Clube Juventude desde pequeno, vai ao estádio sempre que possível. Ativo com a comunidade também presta serviço voluntário na pastoral do idoso na igreja dos Capuchinhos. O conselho de Raul para os mais jovens é para perseverar por seus objetivos, não desistir por mais difícil que pareça porque os frutos virão. Extremamente emocionado Raul diz ser um privilégio ser indicado ao Mérito Gigia Bandera, conhecendo tantos grandes empresários da região e acredita que este é o prêmio máximo de reconhecimento. Segundo ele gostaria de compartilhar a alegria desta indicação com seu sócio Areovaldo, com todos os colaboradores da Fábrica de Máquinas Almeida que tornam este sonho possível, com os amigos, com a família e em especial com sua esposa Edite que sempre esteve ao seu lado nesta jornada. Um agradecimento ao SIMECS, que representado pelo presidente Paulo A. Spanholi, sua diretoria e colaboradores transformam e dão forças as indústrias caxienses. Um eterno obrigado.

CLÓVIS TRAMONTINA 

Clovis Tramontina Foto: Marketing Tramontina

O empresário Clovis Tramontina preside desde 1992, uma das maiores indústrias do país que se mantém genuinamente brasileira. A Tramontina desenvolve e produz em solo nacional seus mais de 18 mil produtos, investindo na geração de empregos, impostos, inovação e desenvolvimento.

A liderança de Clovis reflete seu espírito simples, o estilo direto de administrar e a valorização das pessoas, este último, um dos principais valores da empresa.  Neto dos fundadores Valentin e Elisa Tramontina e filho de Ivo e Laura Tramontina, Clovis nasceu em 1955 no município de Carlos Barbosa, berço e até hoje sede da Tramontina, que iniciou como uma pequena ferraria em 1911. É casado com Eunice, pai de Elisa, Marcos e Ricardo e avô de Rafaela, Lucas e Leonardo.

Começou sua carreira obedecendo à filosofia da empresa: para ocupar qualquer comando, é preciso conhecer profundamente as particularidades de cada área da organização.  Assim, antes de assumir a presidência, Clovis trabalhou durante anos em vários setores da Tramontina até chegar à sua grande vocação: a arte de negociar.

A formação de Clovis teve início na faculdade de Administração de Empresas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Depois, formou-se em Direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, pós graduou-se em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo. Também cursou MBA Empresarial pela Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte, e o Programa de Gestão Avançada – PGA, pelo INSEAD em Fontainebleau, na França.

Na vida dos brasileiros há mais de um século, a Tramontina completou 108 anos, reconhecida no Brasil e em mais de 120 países, onde a marca é sinônimo de tradição e qualidade. A Tramontina possui hoje mais de oito mil funcionários em dez unidades fabris que produzem utensílios e equipamentos para cozinha, eletros, ferramentas para agricultura, jardinagem, manutenção industrial e automotiva, veículos utilitários, construção civil, materiais elétricos e móveis em madeira e plástico.

É com alegria e emoção que Clovis recebe o convite para ser homenageado com o Mérito Metalúrgico Gigia Bandera 2019, do SIMECS.  Segundo ele: “Esse reconhecimento me enche de orgulho e me faz voltar no tempo. Faz lembrar-se dos meus avós Elisa e Valentin Tramontina, que há 108 anos, davam início a uma história que não poderiam imaginar onde iria chegar. Este prêmio, eu dedico a eles, também ao meu falecido pai, Sr. Ivo Tramontina e ao sócio dele, meu padrinho, Sr. Ruy J. Scomazzon, e aos nossos funcionários. São mais de oito mil pessoas crescendo conosco, em cada lugar que atuamos. Por isso, me alegra dividir o mérito com todos que priorizaram e priorizam uma Tramontina de vitórias. Uma Tramontina que faz bonito”.

Clovis recebeu os títulos:

. “Homem de Vendas do RS”, da ADVB;

. “Empresário do Ano do Estado do Pará” (1999);

. Menção honrosa “Carrinho de Ouro” da ABRAS (1997);

. Prêmio de “Excelência Empresarial” da Fundação Getúlio Vargas;

. Medalha Tiradentes da Polícia Civil (2006);

. Personalidade de Marketing e Vendas 2007, pela ADVB;

. Honra ao Mérito da República Italiana no Grande Cavaliere;

. Honra ao Mérito da República Italiana no Grau de Commendatore;

. Medalha do Mérito Farroupilha, Assembleia Legislativa do RS (2010);

. Prêmio Troféu Guri – Grupo RBS (2010);

. Prêmio Mérito Industrial 2011 – FIERGS;

. Título “Cidadão Garibaldense Benemérito”, Câmara de Vereadores de Garibaldi-RS (2011);

. Líder Consagrado 2011, do Fórum de Líderes Empresariais;

. Troféu Personalidade Exportação – ADVB 2012;

. Empresário do Ano – Prêmio Carrinho AGAS 2013;

. Título Benemérito do Futsal Nacional – CBFS Dez|2013;

. Destaques Esportivos 2014 do Grêmio Náutico União de POA – Dez|2014;

. Ordem do Mérito Industrial da Confederação Nacional da Indústria – Maio|2015;

. Desenvolvimento Regional – Personalidades da RBS – Ago|2015;

. Título Cidadão Honorário de Carlos Barbosa – Set|2015;

. Troféu Advertising – Revista Press – Dez|2016;

. Medalha Prefeito Hermes Webber – Mérito Comunitário – UCS – Dez|2017;

. Prêmio Personalidade Brasil-Alemanha – Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha – Jun|2018;

. Medalha do Grande Mérito – Comando Rodoviário da Brigada Militar – Dez|2018;

. Medalha da Ordem Nacional Barão de Mauá – Classe Comendador – Dez|2018;

. Troféu Brasil Expodireto – Destaque Empresa Internacional – Mar|2019;

. Destaque Empresarial – Feiras & Negócios 29 Anos “Renovação” – Mar|2019;

. Medalha Exército Brasileiro – Comando Militar do Sul – Abr|2019;

. Troféu Dom Empreendedor – Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC) – Ago|2019.

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