Escolas do município aderem a paralisação nacional

Os cortes anunciados para a área da educação são tema do primeiro grande protesto contra o governo Jair Bolsonaro (PSL), que acontece hoje nas principais cidades de 26 estados e o Distrito Federal.

Professores, estudantes e trabalhadores da educação devem ir às ruas, desde a manhã desta quarta-feira, em defesa das universidades federais, da pesquisa científica e do investimento na educação básica.

As manifestações acontecem após o MEC (Ministério da Educação) anunciar um congelamento orçamentário que atinge recursos desde a educação infantil até a pós graduação, com suspensão de bolsas de pesquisa oferecidas pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

Nas universidades federais, o bloqueio anunciado foi de 30% dos recursos destinados a gastos discricionários (como água, luz e serviços de manutenção).

Professores e funcionários do ensino público realizarão nesta quarta-feira (15) , a Greve Nacional da Educação. Estão programados atos e manifestações em todo o país, em defesa da educação pública de qualidade e contra a reforma da Previdência. Em Caxias do Sul, o Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul (Cpers-Sindicato), confirma a adesão parcial ou total de professores de 28 escolas à mobilização.

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Um dos maiores colégios da rede estadual de ensino, o Instituto Cristóvão de Mendoza, não terá aulas. Já o Imigrante irá abrir, mas os alunos estão liberados para acompanhar os professores e funcionários no ato programado para às 9h na praça Dante Alighieri, no Centro de Caxias.  Está programada uma caminhada do Centro até a sede da 4º Coordenadoria Regional de Educação, na Avenida Júlio de Castilhos, no bairro Cinquentenário.
As escolas municipais também aderem parcialmente a mobilização.  A São Vítor paralisa as atividades durante todo o dia.  Já o colégio Osvaldo Cruz não terá aula à tarde.  As demais escolas vão liberar os estudantes a partir das 16h para que participem de ato público na Praça Dante Alighieri marcado para às 17h30min.

Convocada pela Confederação Nacional do Trabalhadores em Educação (CNTE)  para demonstrar a insatisfação dos professores com a Reforma da Previdência, a Greve Nacional da Educação ganhou novos contornos após o anúncio de corte de 30% das verbas de universidades e institutos federais. A medida, segundo a categoria, deve inviabilizar o funcionamento das instituições.  A União Nacional dos Estudantes também convocou os alunos a participaram dos atos em todo o país.

Escolas Estaduais que vão paralisar as atividades parcial ou totalmente

1. Apolinário Alves dos Santos

2. Evaristo  de Antoni

3. Abramo Randon

4. Irmão José Otão

5. Assis Mariani

6. Escola Estadual Técnica Caxias do Sul

7. Olga Maria Kayser

8. Irmão Guerini

9. João Triches

10. Dante Marcucci

11. Hercília Petry

12.  Avelino Boff

13. Maria Luiza Rosa

14. Presidente Vargas

15. Maria Araci Trindade Rojas

16. Cristóvão de Mendoza

17. José Generosi

18. Pena de Moraes

19. Abramo Eberle

20. Aristides Germani

21. Ivanyr Marchioro

22. Melvin Jones

23. Aquilino Zatti

24. Província de Mendoza

25. Alexandre Zattera

26. Emílio Meyer

27. Clemente Pinto

28. Imigrante

Escolas Municipais que aderem a mobilização a partir do intervalo no turno da tarde

1. Professora Ilda Clara Sebben Barazzetti

2. Santa Lúcia

3. Tancredo Neves

4. Fermino Ferronato

5. Governador Leonel Brizola

6. Santa Corona

7. Manoel Pereira dos Santos

8. Professora Leonor Rosa

9. Ramiro Pigozzi

10. Guerino Zugno

11. Padre Antônio Vieira

12. Madre Assunta

13. Sete de Setembro

14. Américo Ribeiro Mendes

15. Governador  Roberto Silveira

16. Ester Troian Benvenutti

17. José Protázio Soares de Souza

18. Prof. Nandi

19. Marianinha de Queiroz

20. Rosário de São Francisco

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