O reconhecimento da liderança feminina no dia a dia conduz a mulher ao sucesso


Alice Schuch, escritoria, palestrante, doutora e pesquisadora do universo feminino
Daniel Scherer

“Como reconhecer o meu melhor?”, indaga a pesquisadora do universo feminino Alice Schuch. De acordo com ela, está relacionado à postura de liderança. Ela, também palestrante e escritora, convida as mulheres a se assumirem como líderes e comandarem as suas vidas.

“Enquanto não soubermos interpretar corretamente a singularidade da nossa personalidade, do nosso projeto, do nosso modo único de ser, não seremos capazes de realizar por inteiro o nosso melhor”, reforça.

Alice explica que as mulheres não são iguais e isso não é um problema. A desigualdade é a força e a essência de toda a natureza: não existem duas rosas iguais, nem duas águias, nem duas tartarugas, nem duas mulheres, nem dois homens. “Tudo aquilo que vive é incessantemente desigual”, alerta.

No contexto, nascem muitas mulheres potencialmente líderes, mas poucas percebem o clima e a hora que as destina fatalmente ao sucesso. “Estas são uma boa semente caída em terreno fértil e em véspera de chuvas”, ilustra.

O ensinamento é que cada mulher deve construir-se a seu modo, dia a dia em busca da perfeição. Assim é o maturar-se nas próprias estações.

E naquele espaço, mesmo se pequeno que cada uma possui, deve-se começar a experimentar, buscar oportunidades e trabalhar com ambição e alegria, porém sem entrar em sonhos megalomaníacos.

“Tudo é válido se me convém: a verdade para um líder é a lógica do seu interesse. Sua alegria é perceber uma oportunidade que dele necessita, então se abre e cresce. Sintetiza aquela forma que já estava contida no meu projeto, intuindo-a, agindo-a, iluminando-a, e por amá-la, transforma-a no seu business, fazendo-o acontecer”, completa a pesquisadora Alice Schuch.

Em síntese, de acordo com a autora: a verdadeira mulher líder não apresenta as fraquezas historicamente atribuídas ao feminino, é bela. Isto é, inteligente, madura e boa. É livre, séria e responsável. Conduz a sua inteligência com ordem estética e moral superior. É constante a sua coerência entre vontade, formação e ação.

“A mulher madura é livre e não se deixa castrar, vê aquilo que quer e o faz”, conclui.

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